quarta-feira, 27 de maio de 2009

PRINCIPAIS BARRAGENS E RIOS POTIGUARES

A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves foi construída pelo DNOCS, o segundo maior reservatório de água construído pelo DNOCS, com capacidade de 2,4 bilhões de metros cúbicos. Está localizada no Rio Piranhas (também chamado Rio Açu), 6 km a montante da cidade de Açu, no Rio Grande do Norte. Há possibilidades de haver contaminação desta barragem em virtude da exploração da mina de ferro Jucurutu, por uma empressa concessionária, localizada na Serra do Bonito ou Cabeço do Bonito.

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, localizada no rio /Piranhas, no Vale do Açu, atingiu sua capacidade máxima de 2,4 bilhões de m3 e está transbordando desde a madrugada dessa quinta-feira, 27. Ontem a lâmina de água já ultrapassava 30 centímetros.O reservatório está situado no distrito de Oiticica II, a dois km da cidade de Assu. A barragem é a maior reserva de água doce do Rio Grande do Norte e uma das maiores do Nordeste. Através de um sistema de adutoras, a Armando Ribeiro abastece os municípios de São Rafael, Jucurutu, Assu, Itajá, Ipanguaçu, Pendências e Alto do Rodrigues - seja através de sistema adutor ou pelo tradicional método de distribuição d'água - através dos rios, além de irrigar áreas de cultivo de frutas tropicais, principalmente o melão.

É considerado o maior reservatório construído pelo Dnocs até o /momento, com capacidade de armazenamento de 2,4 milhões de m3 d'água e bacia hidráulica com área de 195 km2. O volume regularizado é de 389 milhões de m3 para uma garantia de 90%.
O acesso ao local é feito, a partir de Natal, pela BR-304, distando cerca
de 250 km da capital.
O objetivo do açude é o suprimento de água ao Projeto de Irrigação do Baixo Açu. São inúmeros os benefícios gerados pelo Projeto Baixo-Açu, destacando-se, sobretudo, o aproveitamento hidroagrícola das terras aluviais do vale, assim como os chapadões dos tabuleiros das encostas, cuja irrigação promoverá o desenvolvimento agrícola em uma área com cerca de 25.000 ha, com geração de quase 12.000 empregos diretos e indiretos.
A construção da barragem Engº. Armando Ribeiro Gonçalves exigiu ações complementares necessárias ao remanejamento das populações atingidas, com o enchimento do reservatório, e das infra-estruturas localizadas na área inundável da bacia hidráulica. Entre as ações desenvolvidas merecem destaque: relocação da sede do município de São Rafael com reassentamento de toda a população; construção de um dique de proteção à cidade de Jucurutu com reassentamento de parte da população urbana; relocação das linhas de transmissão e do sistema viário e reassentamento da população rural, em sítios convenientemente selecionados, de modo a não paralisar as atividades agrícolas, principal fonte de manutenção e subsistência.

Açude Gargalheiras, transbordando durante a cheia de janeiro de 2004.

A Barragem Eurico Gaspar Dutra, mais conhecido como Açude Gargalheiras, foi inaugurado no dia 30 de abril de 1959 é uma barragem/açude que está situado no município de Acari (ficando a 210km da capital Natal), na bacia hidrogáfica de Ceará-mirim, com capacidade máxima 40.000.000 metros cúbicos. A estrutura deixada pelo DNOCS, no entorno da parede do açude, serve como equipamento túristico; principalmente no periodo de "cheia" do açude, muito turistas vão visitar a barragem.

O Moinho da empresa exploradora encontra-se na base da mesma Serra, com amplas possibilidades dos resíduos serem lançados na Barragem Armando Ribeiro.

Há denúncia das Prefeituras das cidades de Janduís e Assu no sentido de que a mesma barragem esteja contaminada com bactérias cinanofíceas, tornando a água imprópria para o consumo humano.

RIOAPODI/MOSSSORÓ

RIO PIRANHAS/ASSU

RIO JACU

RIO PITIMBU

RIO DOS CAVALOS

RIO CEARÁ MIRIM

RIO CURIMATAÚ

RIO JAPI

RIO JUNDIAÍ

RIO MAXARANGUAPE

RIO PARAÚ

RIO POTENGI

RIO PUNAÚ

RIO SERIDO

RIO TRAIRI

RIO UMARI

RIO UPANEMA

RIO UMBUZEIRO

O Rio Apodi/Moçoró é o maior rio totalmente norte-riograndense; nasce na serra da queimada, em Luiz Gomes e atravessa a Chapada do Apodi, ao penetrar no município de Mossoró recebe o nome de rio Mossoró, atravessa esta cidade e deságua no Oceano Atlântico, na cidade de Areia Branca, seus principais afluentes Umari e Upanema. No início do século XX este rio era a principal fonte de alimento e dele retirada água que abastecia a cidade.A bacia do rio Mossoró/Apodi é a segunda maior bacia hidrográfica do estado,ocupando uma área de 14.271 km²,o que corresponde a 27% do nosso território estadual.Ele nasce na Serra de Luiz Gomes,no RN,e é o principal rio dos municípios de Pau dos Ferros,Apodi,Felipe Guerra,Governador Dix-Sept Rosado e Mossoró,desembocando também suas águas no litoral norte do estado;São seus afluentes principais: os rios do Carmo, Upanema e Umarí, os riachos Pitombeira, Taúio, Grande e Bonsucesso, e o Córrego Apodi.

Rio Moçoró, ao cruzar a cidade homônima. RIO MOÇORÓ

É o segundo maior rio potiguar, com cerca de duzentos e dez quilômetros de extensão. Nasce na Serra de Luís Gomes, passa pelos municípios localizado na chapada do Apodi e, depois de banhar a cidade de Mossoró, deságua no Oceano Atlântico, entre os municípios de Grossos e Areia Branca, onde se situam grandes salinas. Na margem direita, o rio Moçoró tem como afluentes os rios Carmo-Upanema, Umari e Pitombeira; na margem esquerda, os rios Apodi, Tapuio, Grande Bom Sucesso. O rio Moçoró só mantém sua perenização no baixo-curso. É alimentado por fontes d'água que escorrem das partes altas da chapada do Apodi e por pequenas barragens construídas em seu leito, já nas proximidades de Mossoró. A essas, outras duas maiores hoje se acrecentam, aumentando a necessária disponibilidade d'água para o consumo e para a agricultura na região.

O Rio Piranhas-Açu nasce da junção das águas dos rios do Peixes e Piancó ainda na Paraíba. Vai desaguar no litoral do Rio Grande no Norte, onde é conhecido tanto como Rio Piranhas como Rio Açu.

Outros afluentes do rio Piranhas são: rio Espinhara, rio Picuí e rio Seridó, todos sertanejos e temporários.

O rio Piranhas-Açu, no passado, estava sujeito a períodos de seca, quando o seu fluxo chegava apartar-se e as populações recorriam a cacimbas cavadas no leito seco, de onde retiravam a água para o consumo doméstico. Contudo, tais períodos de seca sempre foram intercalados por anos de muita chuva, quando o rio transborda e leva destruição para as comunidades ribeirinhas. Uma dessas enchentes ocorreu em 1974. Nesse ano, a cidade de Carnaubais foi inundada e toda a população obrigada a mudar-se para um terreno mais elevado do município, onde construiu uma nova cidade. Hoje, o rio Açu está poluído. É o que dizem os estudos feitos por órgãos de defesa ambiental. As causas são: a falta de um saneamento adequado nas cidades ribeirinhas (cujo esgoto acaba chegando ao rio) e a atuação de empresas agrícolas que, criminosamente, lançam produtos químicos nas águas. O rio ainda está num avançado processo de assoreamento, também em virtude de práticas agrícolas irresponsáveis e da retirada de areia para a construção civil.

Rio Ceará-Mirim

Ele nasce no município de Lajes, nos arredores de Santa Rosa e dirigi-se para o mar, onde atravessa os municípios de Pedra Preta, Baixa Verde, Taipu e Ceará-Mirim. Este rio é a quinta maior bacia do estado com 2.635 km², o que equivale a 4,9% da área do estado. O rio percorre ainda os municípios de João Câmara e Poço Branco, e deságua na localidade de Barra do Rio.

No município de Poço Branco o rio Ceará-Mirim é represado, formando a barragem Engenheiro José Batista do Rego Pereira, que possui uma capacidade de armazenamento de água de cento e trinta e seis milhões de metros cúbicos.

O Rio Ceará-Mirim banha o vale do Rio Ceará-Mirim, cujos os solos são de boa fertilidade e capacidade produtiva para a agricultura, estando hoje o vale todo ocupado com o plantio da cana-de-açúcar.

Divisa entre os municípios de Belém (Paraíba) e Campo de Santana, próximo ao distrito de Cachoeirinha Rio Curimataú é um rio de domínio federal que banha os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

O Rio Curimataú nasce no município paraibano de Barra de Santa Rosa, na serra do cariri velho, pertencente ao complexo do Planalto da Borborema. A Bacia deste rio ocupa uma área total de 3.346 km².

Este rio entra no estado do Rio Grande do Norte pelo município de Nova Cruz e deságua no oceano atlântico através do estuário denominado de Barra de Cunhaú, no município de Canguaretama.

O Rio Jacu é um rioque banha o estado do Rio Grande do Norte. Possui uma bacia com 1.805 km²,o equivalente a 3,4% do território do estado. O Rio Jacu nasce na serra do Cuité, no município de Japí, drenando ainda São José do Campestre, onde encontra-se com o Açude Japí II que tem uma capacidade para armazenar 20.649.00 m³ de água. Ele banha o Vale do rio Jacu, cujo o solo Aluvial favorece o plantio da cana de açúcar.

O Rio Japi é um rio que banha o estado do Rio Grande do Norte. A Capacidade de Acumulação de água do rio Japi,é de 20.469.000 ,o seu volume atual(dados coletados em 1998) é de 4.672.731 e o principal município por onde passa é São José do Campestre.

O Rio Maxaranguape é um rio que banha o estado do Rio Grande do Norte. A Bacia do Rio Maxaranguape ocupa uma superfície de 1.010 km², correspondendo em torno de 1,9% da área do estado. O Rio Maxaranguape nasce no município de Pureza, por ser um rio de baixa extensão ele banha somente os municípios de Ceará-mirim e Maxaranguape, onde ele deságua no oceano formando um estuário. Nas várzeas do Rio Maxaranguape encontra-se solo aluvial, onde são cultivadas a cana-de-açúcar e a banana.

O Rio Paraú é um rio que banha o estado do Rio Grande do Norte. A Capacidade de Acumulação de água do rio Paraú é de 76.349.000,seu volume atual (dados coletados em 1998) é de 37.522.197,e o principal município por onde passa é Assu.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

RIO SÃO FRANCISCO



O rio São Francisco, também chamado de Opará, como era conhecido pelos indígenas antes da colonização, ou popularmente de Velho Chico, é um rio brasileiro que nasce na Serra da Canastra no estado de Minas Gerais, a aproximadamente 1200 metros de altitude, atravessa o estadoda Bahia, fazendo a divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas. Por fim, desagua no Oceano Atlântico, na região nordeste do Brasil.
Com 2.830 km de extensão, e drenando uma área de aproximadamente 641.000 km², o rio São Francisco nasce no estado de Minas Gerais, na Serra da Canastra, desemboca no Oceano Atlântico, entre Sergipe e Alagoas. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina(PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas(AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas. As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e sub-médio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária(MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
À medida em que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.

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NÓS SOMOS OS PRINCIPAIS PELA QUALIDADE DE N O S S A ÁGUA. PORTANTO, NÃO POLUA. A FOTO ACIMA MOSTRA COMO O GOVERNO, COM A CALOBORAÇÃO DA POPULAÇÃO NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA A PRINCIPAL FONTE DE VIDA EM TODOS OS ASPECTOS DE NOSSAS VIDAS. ÁGUA É VIDA, SEM ELA NADA SE CRIARÁ NO MUNDO. SE VOCÊ NÃO TOMAR AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS, BREVEMENTE, O HOMEM PARA SOBRIVIVER, VAI TER QUE BRIGAR POR UM COPO D'ÁGUA, SE NINGUÉM FIZER NADA EM PROL DE NOSSA ÁGUA, A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL VAI SER MOTIVADA PELA FALTA D'ÁGUA TRATADA, JÁ QUE POLUIDA, VAI EXISTIR EM GRANDE QUANTIDADE.

O B A!!! BEM VINDO A OESTE NEWS

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